Alterei várias coisas no aspecto deste blog, aproveitando novas funcionalidades do Blogger
A que acho mais interessante é que na lista dos blogs que subscrevo aparece agora o título da última entrada. Torna mais convidativa a visita.
O que tenho mais receio é que este novo formato seja largo de mais. Aceitam-se opiniões
De resto, e para não fazer demasiadas mudanças de uma vez, continuei com o fundo branco. Ainda ando a remoer a as vantagens e desvantagens de um fundo escuro
28 abril 2009
23 abril 2009
OSUM - Comunidade "Open Source" de Estudantes

Ontem teve lugar em Vila Real, Trás-os-Montes, a primeira sessão de divulgação do OSUM - Open Source University Meetup
O OSUM é uma comunidade mundial de estudantes apaixonados por software livre, como o MySQL, o Netbeans, o OpenSolaris, o OpenOffice.org, e outras. Permite a colaboração enter grupos de interesse, sejam eles geográficos (Escola, país) ou tecnológicos, através dos respectivos foruns (Java, Netbeans, ...) ou Blogs
Tem , à data de hoje, 77850 membros em todo o mundo. Existem já constituídos 1171 grupos, entre os quais o da Universidade Autónoma de Lisboa, o primeiro a ser constituído em Portugal. Os meus parabéns! Agora só faltam os outros !
É fácil - inscreve-te, convida os teus amigos interessados em software livre, e começa a partilhar ideias, fotografias, vídeos, com estudantes da tua Universidade e todo o mundo ....
Ficas notificado de eventos a ocorrer na tua zona, ou em qualquer parte do mundo. Assiste a conferências por webcast.
Evolui!
Open Learning Roadshow

Ontem em Vila Real, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, começou o Open Learning Roadshow, que vai correr várias Universidades falando da Sun Academic Initiative (SAI), do Open Source University Meetup (OSUM), de Open Solaris e de Java.
Pretende-se divulgar o acesso livre às tecnologias abertas promovidas pela Sun Microsystems, a formação web gratuita acessível via SAI, o valor das certificações (Java, Solaris, etc) como modo de comprovar o domínio das tecnologias, o associativismo dos estudantes interessados em Open Source, e falar dos últimos desenvolvimentos em Open Solaris e Java.
Brevemente numa Universidade perto de ti..
Ubuntu 9.04
Grão a grão...
Mais umas peças na construção de uma alternativa aberta no Desktop. O Ubuntu 9.04, já disponível.
Tem o OpenOffice.org 3, o Firefox 3 ..
Vejam as novidades
Mais umas peças na construção de uma alternativa aberta no Desktop. O Ubuntu 9.04, já disponível.
Tem o OpenOffice.org 3, o Firefox 3 ..
Vejam as novidades
20 abril 2009
Arquipélago português
Ainda é cedo para saber quais serão as consequências da compra da Sun Microsystems pela Oracle. Mas não é tarde para conhecer os inúmeros projectos portugueses de software livre. Espicaçado pelo João Matos, do Programa Livres, actualizei o meu Arquipélago Português - a minha lista de apontadores para os referidos projectos.
Um apelo: incluam esta lista nos vossos sites e blogs:
Alinex
alphamatrix.org
ANSOL
Associação Ensino Livre
Blog informal da Angulo Sólido
Caixa Mágica
Clube dos Amigos do Código Aberto
CoviLUG
ESOP - Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas
GILdot
Comunidade Joomla Portuguesa
Comunidade Portuguesa de WordPress
Comunidade Suse Linux Portugal
GLUA - Grupo Linux da Universidade de Aveiro
GNU/Linux-[PT]
Gotham - Gardénia
KDE Pinheiro
Localização Mozilla
Maracujá! Correctores ortográficos
Mind Booster Noori
MP-Biz (Evaristo)
ODF Alliance Portugal
OpenMania
OpenOffice.org PT
Open Source Portugal
Pinguins Mágicos
Print Screen
Programas Livres
Revista Linux
TechzonePT>
Software Livre na AP
Software Livre na FEUP
Software Livre no SAPO (Blog)
Software Livre no SAPO (Repositório)
SAPO Spot
Tux Vermelho
Thinking Open Source
Ubuntu-PT
O Vigia
Um apelo: incluam esta lista nos vossos sites e blogs:
14 abril 2009
Hungria move-se para open source
Numa política curiosa, a Hungria anunciou que 50 % dos gastos da Administração Pública em software o terão de ser em software open source.
Como o software open-source, mesmo contando com o suporte, é usualmente bastante mais económico que o software fechado, esta resolução implicará que a maioria do software na Hungria passará a ser open source..
Como o software open-source, mesmo contando com o suporte, é usualmente bastante mais económico que o software fechado, esta resolução implicará que a maioria do software na Hungria passará a ser open source..
Rússia planeia migração completa para open-source até 2010
Quem souber russo pode obter os detalhes no sítio web do Ministério das Comunicações russo. Está a ser planeada a transição da Administração Pública russa para software open-source.
A planificação inclui o seguinte:
- 2009: definição dos requisitos de formação para utilização de soluções open source (Ministério das Comunicações e Ministério da Educação)
- 2009: criação de pacotes de soluções open source, incluindo distribuições de Sistemas Operativos, para utilização nas instituições governamentais (Ministério das Comunicações)
- 2009: início da implementação das soluções open source nas instituições governamentais (Ministério das Comunicações)
- 2009: criação de um repositório de software aberto de soluções para instituições governamentais (Ministério das Comunicações)
- 2010: criação de curriculum nas Universidades e Escolas com materiais recomendados (Ministério das Comunicações e Ministério da Educação)
- 2010: medidas legais
Algo sobre isso em russo aqui e outra notícia em inglês, com um pouco de russo à mistura.
A planificação inclui o seguinte:
- 2009: definição dos requisitos de formação para utilização de soluções open source (Ministério das Comunicações e Ministério da Educação)
- 2009: criação de pacotes de soluções open source, incluindo distribuições de Sistemas Operativos, para utilização nas instituições governamentais (Ministério das Comunicações)
- 2009: início da implementação das soluções open source nas instituições governamentais (Ministério das Comunicações)
- 2009: criação de um repositório de software aberto de soluções para instituições governamentais (Ministério das Comunicações)
- 2010: criação de curriculum nas Universidades e Escolas com materiais recomendados (Ministério das Comunicações e Ministério da Educação)
- 2010: medidas legais
Algo sobre isso em russo aqui e outra notícia em inglês, com um pouco de russo à mistura.
Sistemas de Saúde dos Estados Unidos com Software Livre
Tal como relatado em primeira mão pelo Tek Sapo, os sistema de saúde de saúde dos Estados Unidos da América vão ser interligados numa rede designada por NHIN-CONNECT (Nationwide Health Information Network) com software "open source" - Java e XML. Os registos médicos dos pacientes irão poder ser transferidos entre os vários sistemas com aplicações e sistemas operativos heterogéneos.
O software em causa é fornecido pela Sun Microsystems : Sun GlassFish, Java Composite Application Platform Suite , e Sun Java Identity Management suite.
Foi escolhido software "open source" de uma forma estratégica para garantir uma plena interoperabilidade e custos razoáveis.
O software em causa é fornecido pela Sun Microsystems : Sun GlassFish, Java Composite Application Platform Suite , e Sun Java Identity Management suite.
Foi escolhido software "open source" de uma forma estratégica para garantir uma plena interoperabilidade e custos razoáveis.
29 março 2009
Evolution facilita migração de utilizadores Windows
No meio das novidadades do próximo lançamento do Ubuntu 9.04, descobri que o cliente de E-mail/Agenda do Gnome, o Evolution irá ter duas características que irão facilitar EM MUITO a migração de utilizadores Windows para Linux:
"O primeiro é a habilidade de importar pastas pessoais do Microsoft Outlook (arquivos PST) diretamente no Evolution. Há suporte a e-mail, contatos, compromissos, tarefas e entradas de registro. Anteriormente os arquivos tinham que ser importados por meio de utilitários de terceiros, como o Thunderbird no Windows.
O segundo é o suporte ao protocolo MAPI do Microsoft Exchange. Este é o protocolo que o Microsoft Outlook usa para se comunicar com o Exchange. Anteriormente o Evolution tinha suporte apenas ao protocolo SOAP, que não estava disponível em todos os servidores do Exchange. Esse suporte melhora a integração do Evolution com os servidores Exchange."
Isto era para vários utilizadores empresariais a barreira que os impedia de migrar os seus desktops para Linux
Sei de vários que vou avisar já
Brevemente, em qualquer desktop com Gnome 2.26, juntamente com muitas outras novidades
..
"O primeiro é a habilidade de importar pastas pessoais do Microsoft Outlook (arquivos PST) diretamente no Evolution. Há suporte a e-mail, contatos, compromissos, tarefas e entradas de registro. Anteriormente os arquivos tinham que ser importados por meio de utilitários de terceiros, como o Thunderbird no Windows.
O segundo é o suporte ao protocolo MAPI do Microsoft Exchange. Este é o protocolo que o Microsoft Outlook usa para se comunicar com o Exchange. Anteriormente o Evolution tinha suporte apenas ao protocolo SOAP, que não estava disponível em todos os servidores do Exchange. Esse suporte melhora a integração do Evolution com os servidores Exchange."
Isto era para vários utilizadores empresariais a barreira que os impedia de migrar os seus desktops para Linux
Sei de vários que vou avisar já
Brevemente, em qualquer desktop com Gnome 2.26, juntamente com muitas outras novidades
..
04 março 2009
Conferência 2009 do OpenOffice.org em Itália
A comunidade do OpenOffice.org escolheu Orvieto, na Itália, a 100 Km de Roma, como o local da sua Conferência anual de 2009, a OOoCon 2009.
A conferência realizar-se-á entre 5 e 5 de Novembro (datas provisórias).
Foi igualmente decidido que em 2010 a Conferência se realizará em Budapeste, na Hungria.
Orvietto ganhou com 48 % de votos. Budapeste teve 29 %.
A conferência de 2008 tinha-se realizado em Pequim, estando todas as apresentações disponíveis.
Convidam-se os interessados em ir à conferência de 2009 a subscrever a respectiva lista de correio. Para tal basta enviar uma mensagem em branco para ooocon2009_discuss-subscribe@marketing.openoffice.org.
Eu vou !
A conferência realizar-se-á entre 5 e 5 de Novembro (datas provisórias).
Foi igualmente decidido que em 2010 a Conferência se realizará em Budapeste, na Hungria.
Orvietto ganhou com 48 % de votos. Budapeste teve 29 %.
A conferência de 2008 tinha-se realizado em Pequim, estando todas as apresentações disponíveis.
Convidam-se os interessados em ir à conferência de 2009 a subscrever a respectiva lista de correio. Para tal basta enviar uma mensagem em branco para ooocon2009_discuss-subscribe@marketing.openoffice.org.
Eu vou !
08 dezembro 2008
Software Aberto na imprensa portuguesa
No que é porventura a maior tarefa hoje em dia do software open-source em Portugal, a divulgação, registaram-se no último mês grandes avanços. A Vida Económica incluiu na sua edição de 14 de Novembro um suplemento de oito páginas entitulado "Chegou a hora? Open source". A associação de consumidores Deco, na revista Proteste número 297 de Dezembro de 2008, dedica 3 páginas a "software gratuito", em que inclui OpenOpenoffice.org, Firefox, Thunderbird e VLC.
A revista PC GUIA de Dezembro de 2008 refere Linux e OpenOffice.org no Editorial "Viver acima das possibilidades", e inclui um DVD com dezenas de aplicações, entre as quais o OpenOffice.org. E nesta edição são dedicadas várias páginas a aplicações com o Scribus (publicação de documentos), ClamWin (Proteja o seu PC), Linux (Ganhe um sistema operativo gratuito), Inkscape (Desenhe vectores), Blender (Trabalhe em 3D), Audacity (Áudio excelente), VLC (Veja filmes), e "outras pérolas do open-source".
A Exame Informática e a Bit dedicam uma página inteira ao OpenOffice.org 3, com uma óptima classificação na análise desta última revista. Foi também referido no SOL e no i-Gov. A cobertura do Tek Sapo continua a ser bastante profissional, com entrevistas como "O som que se aproxima" e "Nos últimos 8 anos transcendemos as fronteiras do conceito de um pacote de Office"
E claro, o OpenOffice.org 3 na primeira página do diário Metro foi algo bom de se ver..
Está a ser derrubado o muro do desconhecimento do software livre. E mais está já em caminho. Estejam atentos, e vão-me informando do que mais lerem.
A revista PC GUIA de Dezembro de 2008 refere Linux e OpenOffice.org no Editorial "Viver acima das possibilidades", e inclui um DVD com dezenas de aplicações, entre as quais o OpenOffice.org. E nesta edição são dedicadas várias páginas a aplicações com o Scribus (publicação de documentos), ClamWin (Proteja o seu PC), Linux (Ganhe um sistema operativo gratuito), Inkscape (Desenhe vectores), Blender (Trabalhe em 3D), Audacity (Áudio excelente), VLC (Veja filmes), e "outras pérolas do open-source".
A Exame Informática e a Bit dedicam uma página inteira ao OpenOffice.org 3, com uma óptima classificação na análise desta última revista. Foi também referido no SOL e no i-Gov. A cobertura do Tek Sapo continua a ser bastante profissional, com entrevistas como "O som que se aproxima" e "Nos últimos 8 anos transcendemos as fronteiras do conceito de um pacote de Office"
E claro, o OpenOffice.org 3 na primeira página do diário Metro foi algo bom de se ver..
Está a ser derrubado o muro do desconhecimento do software livre. E mais está já em caminho. Estejam atentos, e vão-me informando do que mais lerem.
18 novembro 2008
A Noruega incentiva o uso de software open source
Noticia da Asociated Press:
"A Noruega prometeu na passada segunda-feira fundos para estimular a utilização do software livre OpenOffice no sector público, para reduzir a sua dependência da Microsoft e de outros grandes produtores de software.
A Ministra da Administração e Reforma da Administração Pública, Heidi Grande Roeys, declarou que concedia 2 milhões de coroas ( 227.275 Euros ) para o Centro Nacional de Software Livre para adaptar e promover o OpenOffice para utilizações governamentais, tais como relatórios públicos, contabilidade e arquivos.
"Quero estimular o aumento da concorrência no mercado de software para escritório. O OpenOffice é uma boa alternativa ao fornecedor proprietário de programas nesta área", disse ela. "O problema é que programas especializados e o OpenOffice não dão sempre um ótimo desempenho em conjunto. A subvenção é para resolver isso."
O OpenOffice é baseado no software StarOffice da Sun Microsystems, com sede em Santa Clara, Califórnia. A Sun libertou o código fonte dos programas em 2000, na esperança de desafiar a dominância do mercado do Office da Microsoft, proporcionando uma alternativa livre, aberta e de alta qualidade.
Em Abril de 2006, o governo norueguês anunciou um programa a longo prazo para intensificar a utilização de software de código aberto para reduzir a sua dependência de gigantes informáticos como a Microsoft."
"A Noruega prometeu na passada segunda-feira fundos para estimular a utilização do software livre OpenOffice no sector público, para reduzir a sua dependência da Microsoft e de outros grandes produtores de software.
A Ministra da Administração e Reforma da Administração Pública, Heidi Grande Roeys, declarou que concedia 2 milhões de coroas ( 227.275 Euros ) para o Centro Nacional de Software Livre para adaptar e promover o OpenOffice para utilizações governamentais, tais como relatórios públicos, contabilidade e arquivos.
"Quero estimular o aumento da concorrência no mercado de software para escritório. O OpenOffice é uma boa alternativa ao fornecedor proprietário de programas nesta área", disse ela. "O problema é que programas especializados e o OpenOffice não dão sempre um ótimo desempenho em conjunto. A subvenção é para resolver isso."
O OpenOffice é baseado no software StarOffice da Sun Microsystems, com sede em Santa Clara, Califórnia. A Sun libertou o código fonte dos programas em 2000, na esperança de desafiar a dominância do mercado do Office da Microsoft, proporcionando uma alternativa livre, aberta e de alta qualidade.
Em Abril de 2006, o governo norueguês anunciou um programa a longo prazo para intensificar a utilização de software de código aberto para reduzir a sua dependência de gigantes informáticos como a Microsoft."
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem unicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial
09 novembro 2008
Conferência anual de OpenOffice.org em Pequim

Já começam a estar disponíveis as apresentações da Conferência anual do OpenOffice.org. Esta conferência realizou-se entre 5 e 7 de Novembro de 2008 em Pequim, em reconhecimento da importância crescente da China que na adopção quer no desenvolvimento do OpenOffice.org. Logo a seguir à equipa principal de desenvolvimento em Hamburgo, na Alemanha, vêm com importância crescente as equipas da Red Flag e da IBM, ambas baseadas em Pequim. Entre as apresentações interessantes contam-se os esforços da Red Flag na adaptação do RedOffice (o OpenOffice.org chinês) aos Mobile Internet Devices, e a do projecto User Experience, sobre a renovação da imagem futura do OpenOffice.org. Depois da grande transformação interna que foi a versão 3 e o suporte das extensões, preparam-se alterações maiores no interface com o utiliazador.
A implementação orientada pelo estado de software open source na Malásia é alvo de outra interessantíssima apresentação, com descrição de todo o processo e dos resultados já obtidos.
Durante a conferência foi anunciado o ODF Toolkit, com a participaçao da Sun e da IBM, que pretende facilitar o desenvolvimento de novas aplicações que suportem o formato ODF, ou o suporte de ODF por parte de aplicações já existentes. Uma componente muito umportante é o ODF Validator, uma ferramenta de validação de ficheiros ODF.
Podem ficar descansados, o OpenOffice.org e o ODF estão mais vivos que nunca..
13 outubro 2008
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org anuncia o OpenOffice.org 3.0 em português

Lisboa, 13 de Outubro de 2008. A comunidade portuguesa do OpenOffice.org anuncia a versão em português desta aplicação de produtividade já utilizada por 100 milhões de pessoas em todo o mundo, no mesmo dia em que é lançado no resto do planeta.
Para além dos 500.000 Magalhães que incluirão o OpenOffice.org, foram contabilizados em Portugal 520.000 downloads da versão 2 nos últimos 4 meses, o que deixa uma grande expectativa em relação à adesão à versão 3.
Esta actualização da aplicação de produtividade aberta mais popular em todo o mundo traz melhorias significativas para todos os utilizadores, sejam eles de Windows, Linux, ou fãs da Apple – o OpenOffice.org corre agora também de igual forma na plataforma Mac OS X.
O OpenOffice.org 3.0 é mais que uma simples aplicação de produtividade. Com esta versão os componentes básicos - tratamento de texto, folha de cálculo, apresentações, gráficos, fórmulas e base de dados - podem ser facilmente expandidos através de extensões descarregadas do Repositório de Extensões do OpenOffice.org. Em vez de sobrecarregar artificialmente o produto com tudo o que alguma vez possa interessar a qualquer um dos utilizadores, o OpenOffice.org 3.0 dá às empresas, repartições, escolas, e cidadãos comuns o poder de o configurar à sua maneira.
A liberdade que o OpenOffice traz fez com que a sua popularidade esteja em crescendo. Governo após governo tem adoptado o Open Document Format (a norma internacional suportada pelo OpenOffice.org), e com mais e mais frequência fazem-no mudando para o OpenOffice.org. Com a versão 3.0 a aplicação está ainda mais interoperável com Microsoft Office. Já não há razão para se estar preso a um único produto de Office.
O OpenOffice.org 3.0 está melhor que nunca, e com a capacidade de leitura dos novos formatos do MS Access 2007 e o suporte melhorado de macros é ainda mais fácil largar o Microsoft Office. E inclui a capacidade única no mercado de abrir, editar e gravar documentos PDF (via extensão).
O OpenOffice.org 3.0 tem um ar renovado, como um novo écran de arranque, novos ícones e maior facilidade de utilização – mantendo contudo um aspecto familiar.
As novas funcionalidades incluem:
Tratamento de texto
* Novo controlo deslizante para fazer zoom, incluindo vistas com múltiplas páginas
* Suporte multi-língua facilitado
* Adição de notas melhorada
* Capacidade de editar documentos em wikis na web
Folha de cálculo
* Aumento da capacidade para 1024 colunas por folha
* Nova ferramenta de resolução de equações (solver)
* Nova capacidade de colaboração entre múltiplos utilizadores
Gráficos
* Capacidade de manejar gráficos do tamanho de posters – até 3 metros quadrados
Apresentação
* Desenhador de tabelas embebido
Extensões
O suporte de extensões do OpenOffice.org está a ter um desenvolvimento explosivo com o OpenOffice.org 3.0. Funções adicionais são publicadas diariamente - suporte para análises de negócio, edição de documentos PDF, criação de documentos de formato híbrido PDF, e um novo modo mais flexível de suportar línguas adicionais.
O OpenOffice.org 3.0 torna mais fácil aderir ao novo mundo da Web 2.0, permitindo que os utilizadores possam criar e editar documentos web e wikis directamente a partir da ferramenta de tratamento de texto.
Ligações úteis
Versão portuguesa:
ftp://openoffice.caixamagica.pt/stable/3.0.0
http://neacm.fe.up.pt/pub/openoffice-pt/
Dicionário português: http://maracuja.homeip.net/software/dict
Guia de novas funcionalidades: http://www.openoffice.org/dev_docs/features/3.0
Notas técnicas: http://development.openoffice.org/releases/3.0.0.html
Sítio internacional: http://www.openoffice.org
Sítio português: http://pt.openoffice.org
Repositório de Extensões: http://extensions.services.openoffice.org
Sobre o OpenOffice.org
A Comunidade OpenOffice.org é uma equipa internacional de voluntários e empresas, incluindo a fundadora Sun Microsystems, a Novell, a Red Hat, a IBM, a Google e a Red Flag, que desenvolvem, traduzem, apoiam e promovem a suite de produtividade de código aberto OpenOffice.org.
O OpenOffice.org usa o OpenDocument Format, uma norma internacional (ISO/IEC 26300 ), bem como os formatos de arquivos clássicos, como os do Microsoft Office. Está disponível nas principais plataformas de computação em mais de 80 idiomas.
O software OpenOffice.org é fornecido sob a licença “Lesser GNU Public Licence” (LGPL), e pode ser utilizado gratuitamente, para qualquer propósito, privado ou comercial.
O OpenOffice.org em Portugal
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org conta com a colaboração de vários voluntários, e das empresas Caixa Mágica Software, Intraneia e Sun Microsystems.
Mantém um sítio em língua portuguesa: http://pt.openoffice.org
Pode ser contactada através do e-mail: marketing@pt.openoffice.org
10 outubro 2008
20 a 22 de Outubro 2008 - Open Source World Conference

Vai-se realizar em Málaga nos próximos dias 20,21 e 22 de Outubro a mais importante conferência de software open- source da península ibérica, e uma das maiores e melhores conferências mundiais sobre o tema a Open Source World conference / Conferencia Internacional de Software Libre.
Para além de ter o patrocínio das Juntas da Andaluzia e da Extremadura, contará com a presença de representantes da Comissão Europeia, e dos governos da Holanda, Alemanha, Brasil, Venezuela, África do Sul, Cuba, Uruguai,e Paraguai
Estão incluídas sessões especiais sobre soluções para a Educação e para a Saúde.
Inúmeras empresas estarão representadas: Telefónica, Vodafone, IBM, Sun Microsystems, Novell, Microsoft, Unisys, HP, Everis, Fujitsu-Siemens, Peopleware, Red Hat
Também vão estar presentes importantes Universidades espanholas: Málaga, Sevilha, Rey Juan Carlos, Cádis, Extremadura, Politécnica de Valência, Aberta da Catalunha e Córdoba
Em termos de projectos, os mais conhecidos presentes são a Canonical, Liferay, SugarCRM, OpenMoko, OpenBravo, OpenOffice.org, Apache, Subversion, Alfresco e mySQL. Mas os mais interessantes poderão ser os não conhecidos..
E podem ver Tim O'Reilly ao vivo.
Depois de ler o fantástico programa, só posso recomendar vivamente a que quem puder vá lá
E é só a algumas horas de viagem de carro.
06 outubro 2008
Ante-Estreia do OpenOffice.org 3.0

Para concluir em grande a Semana do OpenOffice.org, que se iniciou com o primeiro Encontro Intercontinental da
comunidade OpenOffice.org, a comunidade portuguesa do OpenOffice.org anuncia a ante-estreia da versão 3.0 OpenOffice.org. Esta suite de office de código aberto conta com cerca de 100 milhões de utilizadores a nível mundial, tendo sido anunciado no Encontro Intercontinental que já atingiu uma taxa de penetração de 25 % Brasil. Vai ainda ser incorporada nos 500.000 computadores Magalhães a serem distribuídos nas escolas portuguesas, e no milhão de computadores a serem exportados para a Venezuela.
Para celebrar o eminente lançamento do OpenOffice.org estará em Portugal Louis Suarez-Potts, coordenador mundial da comunidade OpenOffice.org,
Ante-estreia do OpenOffice.org 3
Data: 8 de Outubro de 2008
Horário: 16:30 – 18:30
Local: ISCTE - Auditório B104 - Edifício II (edifício novo) (ver mapa)
Agenda
Intervenções
Introdução - Rui Fernandes, Community Lead OpenOffice.org PT
Porque é que o Software Livre funciona - Louis Suarez-Potts, Community Manager OpenOffice.org
As novidades no OpenOffice.org 3.0 - Nuno Rua, autor do livro "OpenOffice.org - O Office Livre"
Casos de sucesso do OpenOffice.org - Louis Suarez-Potts, Community Manager OpenOffice.org
Acontecimentos
Lançamento do Concurso de Fotografia “OOo”
Ante-estreia de livro "OpenOffice.org - O Office Livre"
Comemoração do 8º Aniversário do OpenOffice.org
A Semana do OpenOffice.org tem o apoio da ANSOL, da Caixa Mágica Software, da Intraneia, do SAPO e da Sun Microsystems
04 outubro 2008
OpenOffice.org tem 25 % de quota de mercado no Brasil
O III Encontro do BrOffice.org (nome brasileiro do Openoffice.org) realizou-se ontem dia 2 de Outubro , com ligação por video-conferência a 27 locais do Brasil e ainda Portugal, Espanha, Dinamarca, Paraguai e Uruguai. Durante o encontro foi anunciado pelo líder da comunidade brasileira, Cláudio Filho, que o OpenOffice.org/BrOffice.org já tem 12 milhões de utilizadores no Brasil, atingindo uma quota de 25 % no segmento office.
Entre os internveniente na conferência incluiram-se grandes empresas e organismos públicos, como:
Dataprev- Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social
Serpro - Serviço Federal de Processamento de Dado
Petrobrás
Agenda completa aqui
Interveio também Louis Suarez-Potts, coordenador mundial da comunidade OpenOffice.org, que estará em Portugal no próximo dia 8 de Outubro pelas 16:30 para a ante-estreia do OpenOffice.org 3.0
Apareçam!
Entre os internveniente na conferência incluiram-se grandes empresas e organismos públicos, como:
Dataprev- Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social
Serpro - Serviço Federal de Processamento de Dado
Petrobrás
Agenda completa aqui
Interveio também Louis Suarez-Potts, coordenador mundial da comunidade OpenOffice.org, que estará em Portugal no próximo dia 8 de Outubro pelas 16:30 para a ante-estreia do OpenOffice.org 3.0
Apareçam!
03 outubro 2008
Being open about standards
Há duas maneiras de assegurar a interoperabilidade. Uma é garantir que todos usamos exactamente o mesmo produto. As desvantagens são que os preços são impostos pelo fornecedor único, e a inovação abranda. A outra é pela normalização e regulação. Aí os preços baixam e a inovação acelera.Exemplo?: o mercado das telecomunicações em Portugal, quando a concorrência foi imposta.
No dia de hoje em particular, parece boa ideia chamar a atenção para uma intervenção recente de Neelie Kroes, Comissária Europeia para a Competição:
"Quando um mercado evolui de forma a que uma determinada tecnologia proprietária se torna um padrão de facto, em seguida, o proprietário da tecnologia pode ter tal poder sobre o mercado que ele pode bloquear os seus clientes e excluir os seus concorrentes.
Quando uma tecnologia proprietária explora esse poder,então uma autoridade da concorrência ou um regulador pode ter necessidade de intervir. Está longe de servuma situação ideal, mas sendo é inferior a ideal não exime uma autoridade da concorrência de suas obrigações para proteger o processo concorrencial e os consumidores.
Essencialmente, a autoridade da concorrência tem de recriar as condições de concorrência que teria surgido a partir de uma boa execução do processo de normalização.
Aí me parece que seja duas possibilidades e, dependendo do caso, um ou ambos podem ser necessárias.
Primeiro, o padrão de facto podia estar sujeitos às mesmas exigências que as normas mais formais:
* Garantir a divulgação das informações necessárias que permitem a interoperabilidade com o padrão;
* Garantir que os outros participantes do mercado consigam garantias de que as informações sejam completas e precisas, e proporcionar-lhes alguns meios de reparação se não for;
* Assegurar que as taxas cobradas por essas informações são justas e são baseadas no valor inerente da interoperabilidade (em vez do valor da informação como uma portagem).
Além disso, quando existem normas abertas equivalentes, poderíamos considerar também exijir à empresa dominante que as suporte.
Melhor, muito melhor, do que tentar resolver estes problemas, é impedi-las de acontecer. E todos temos a responsabilidade de assegurar que este tipo de lock-in perpétua não acontece, e, quando tal seja uma realidade, temos a responsabilidade de minimizar os danos.
Aqui não estou falando do meu papel como o Comissário responsável pela Concorrência, mas sim como um comprador de tecnologia.
O que podem fazer os compradores? Muita coisa.
Olhem para Apple. Ao longo dos últimos dois anos tem havido alguns pedidos para regulamentar a Apple - em especial, para assegurar a interoperabilidade entre alguns concorrentes de armazenamento de música e os iPods, e entre leitores de música concorrentes e músicas da loja iTunes.
O problema surgiu porque em primeiro lugar, as etiquetas musicais insistiram que a Apple usasse tecnologia de gestão de direitos digitais e em segundo, porque o iPod foi um tremendo sucesso. Mas agora as grandes marcas têm outras lojas de músicas licenciadas para fornecer música em formato MP3, um formato que podeser lido no iPod e em outros leitores. Portanto, a pressão dos consumidores e, possivelmente, a preocupação da parte das grandes marcas sobre a excessiva dependência da Apple parece ter conduzido a uma oportuna solução baseada no mercado.
Isso é importante. Se o consumidor pode evitar lock-in para um único fornecedor, ao exercer influência através de opções de compra, podem ser inteligente ao fazê-lo.
Como compradores, temos de ser inteligentes quando compramos tecnologia. Temos de estar conscientes dos custos a longo prazo do lock-in: poderemos estar muitas vezes presos às gerações seguintes de tecnologia. Pode existir também um efeito de transbordo, em que se começa a estar presoa outros produtos e serviços fornecidos por esse fornecedor.
Isso é simplesmente uma má compra.
E é por isso que a Comissão se comprometeu a que:
* Para todos os futuros desenvolvimentos e processos de compra de Tecnologias de informação , a Comissão deve promover a utilização de produtossuportem normas abertas beo, bem documentadas. A interoperabilidade é uma questão crítica para a Comissão, e a utilização de normas abertas bem estabelecidas é um factor essencial para alcançar e apoiá-la.
Esta política, aprovada no ano passado, deve ser aplicada com vigor.
Há muito a aprender com outros órgãos públicos, tais como Munique - e estou muito satisfeito por ter o presidente da Câmara Municipal de Munique aqui esta manhã para nos contar sobre sua experiência. Mas Munique não está sozinho: há também o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, francês e da "gendarmerie". O governo neerlandês e do Parlamento também estão caminhando para padrões abertos.
A Comissão deve fazer a sua parte. Ele não deve depender de um vendedor, ele não deve aceitar padrões fechados, e ela deve recusar-se a ficar trancada dentro de uma determinada tecnologia - comprometendo a manutenção do pleno controle sobre as informações na sua posse.
Esta opinião nasce a partir de uma compreensão de como é duro compreender como um mercado funciona - não é um convite à revolução, mas de uma evolução inteligente e realizável
Mas há mais do que isto para assegurar que as nossas decisões comerciais são tomadas com pleno conhecimento de seus efeitos a longo prazo. Existe também uma questão democrática.
Quando existem alternativas abertas disponíveis, nenhum cidadão ou empresa deve ser incentivados ou forçados a utilizar uma tecnologia especial da empresa para aceder a informações públicas.
Nenhum cidadão ou empresa devem ser incentivados forçados a escolher uma tecnologia fechada em vez de uma tecnologia aberta, através de um governo que tenha feito essa escolha em primeiro lugar.
Estes princípios democráticos são importantes. E um argumento é particularmente atraente quando é apoiaoa tanto pelos princípios democráticos e pelos princípios económicos sólidos.
Eu reconheço um negócio inteligente quando o vejo - escolher normas abertas é uma decisão empresarial de facto muito inteligente."
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem unicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial
No dia de hoje em particular, parece boa ideia chamar a atenção para uma intervenção recente de Neelie Kroes, Comissária Europeia para a Competição:
"Quando um mercado evolui de forma a que uma determinada tecnologia proprietária se torna um padrão de facto, em seguida, o proprietário da tecnologia pode ter tal poder sobre o mercado que ele pode bloquear os seus clientes e excluir os seus concorrentes.
Quando uma tecnologia proprietária explora esse poder,então uma autoridade da concorrência ou um regulador pode ter necessidade de intervir. Está longe de servuma situação ideal, mas sendo é inferior a ideal não exime uma autoridade da concorrência de suas obrigações para proteger o processo concorrencial e os consumidores.
Essencialmente, a autoridade da concorrência tem de recriar as condições de concorrência que teria surgido a partir de uma boa execução do processo de normalização.
Aí me parece que seja duas possibilidades e, dependendo do caso, um ou ambos podem ser necessárias.
Primeiro, o padrão de facto podia estar sujeitos às mesmas exigências que as normas mais formais:
* Garantir a divulgação das informações necessárias que permitem a interoperabilidade com o padrão;
* Garantir que os outros participantes do mercado consigam garantias de que as informações sejam completas e precisas, e proporcionar-lhes alguns meios de reparação se não for;
* Assegurar que as taxas cobradas por essas informações são justas e são baseadas no valor inerente da interoperabilidade (em vez do valor da informação como uma portagem).
Além disso, quando existem normas abertas equivalentes, poderíamos considerar também exijir à empresa dominante que as suporte.
Melhor, muito melhor, do que tentar resolver estes problemas, é impedi-las de acontecer. E todos temos a responsabilidade de assegurar que este tipo de lock-in perpétua não acontece, e, quando tal seja uma realidade, temos a responsabilidade de minimizar os danos.
Aqui não estou falando do meu papel como o Comissário responsável pela Concorrência, mas sim como um comprador de tecnologia.
O que podem fazer os compradores? Muita coisa.
Olhem para Apple. Ao longo dos últimos dois anos tem havido alguns pedidos para regulamentar a Apple - em especial, para assegurar a interoperabilidade entre alguns concorrentes de armazenamento de música e os iPods, e entre leitores de música concorrentes e músicas da loja iTunes.
O problema surgiu porque em primeiro lugar, as etiquetas musicais insistiram que a Apple usasse tecnologia de gestão de direitos digitais e em segundo, porque o iPod foi um tremendo sucesso. Mas agora as grandes marcas têm outras lojas de músicas licenciadas para fornecer música em formato MP3, um formato que podeser lido no iPod e em outros leitores. Portanto, a pressão dos consumidores e, possivelmente, a preocupação da parte das grandes marcas sobre a excessiva dependência da Apple parece ter conduzido a uma oportuna solução baseada no mercado.
Isso é importante. Se o consumidor pode evitar lock-in para um único fornecedor, ao exercer influência através de opções de compra, podem ser inteligente ao fazê-lo.
Como compradores, temos de ser inteligentes quando compramos tecnologia. Temos de estar conscientes dos custos a longo prazo do lock-in: poderemos estar muitas vezes presos às gerações seguintes de tecnologia. Pode existir também um efeito de transbordo, em que se começa a estar presoa outros produtos e serviços fornecidos por esse fornecedor.
Isso é simplesmente uma má compra.
E é por isso que a Comissão se comprometeu a que:
* Para todos os futuros desenvolvimentos e processos de compra de Tecnologias de informação , a Comissão deve promover a utilização de produtossuportem normas abertas beo, bem documentadas. A interoperabilidade é uma questão crítica para a Comissão, e a utilização de normas abertas bem estabelecidas é um factor essencial para alcançar e apoiá-la.
Esta política, aprovada no ano passado, deve ser aplicada com vigor.
Há muito a aprender com outros órgãos públicos, tais como Munique - e estou muito satisfeito por ter o presidente da Câmara Municipal de Munique aqui esta manhã para nos contar sobre sua experiência. Mas Munique não está sozinho: há também o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, francês e da "gendarmerie". O governo neerlandês e do Parlamento também estão caminhando para padrões abertos.
A Comissão deve fazer a sua parte. Ele não deve depender de um vendedor, ele não deve aceitar padrões fechados, e ela deve recusar-se a ficar trancada dentro de uma determinada tecnologia - comprometendo a manutenção do pleno controle sobre as informações na sua posse.
Esta opinião nasce a partir de uma compreensão de como é duro compreender como um mercado funciona - não é um convite à revolução, mas de uma evolução inteligente e realizável
Mas há mais do que isto para assegurar que as nossas decisões comerciais são tomadas com pleno conhecimento de seus efeitos a longo prazo. Existe também uma questão democrática.
Quando existem alternativas abertas disponíveis, nenhum cidadão ou empresa deve ser incentivados ou forçados a utilizar uma tecnologia especial da empresa para aceder a informações públicas.
Nenhum cidadão ou empresa devem ser incentivados forçados a escolher uma tecnologia fechada em vez de uma tecnologia aberta, através de um governo que tenha feito essa escolha em primeiro lugar.
Estes princípios democráticos são importantes. E um argumento é particularmente atraente quando é apoiaoa tanto pelos princípios democráticos e pelos princípios económicos sólidos.
Eu reconheço um negócio inteligente quando o vejo - escolher normas abertas é uma decisão empresarial de facto muito inteligente."
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem unicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial
02 outubro 2008
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org anuncia o primeiro Encontro Intercontinental da comunidade OpenOffice.org

Quem disse que o mundo não é plano?
A comunidade portuguesa do OpenOffice.org convida à participação no primeiro Encontro Intercontinental da comunidade OpenOffice.org, que ligará por vídeo-conferência as comunidades de Portugal, Galiza, Brasil (em 27 locais), Paraguai e Uruguai.
O ponto de encontro em Portugal será o Auditório 2 do Forum Picoas em Lisboa, entre as 14:00 e as 16:00 do dia 3 de Outubro. O acesso é livre.
Este encontro acompanhará o III Encontro do BrOffice.org, a denominação do OpenOffice.org no Brasil.
A suite de office de código aberto Openoffice.org tem uma grande adesão no Brasil, tendo sido implementado em largas franjas da Administração Pública brasileira, como a Segurança Social (Dataprev), com 40.000 utilizadores. Está a ser também a ser crescentemente utilizada no sector privado, salientando-se o caso do Banco do Brasil , com 100.000 utilizadores, e da Infraero (aeroportos do Brasil), onde se realizou uma poupança de 4 milhões de reais (aproximadamente 1,5 milhões de Euros).
O III encontro do BrOffice.org, que é apoiado pelo Serpro – Serviço Federal de Processamento de Dados, decorrerá em Brasilía e mais 26 locais no Brasil. Este ano foi estabelecida a ligação em vídeo-conferência para Portugal, Espanha (Galiza), Uruguai e Paraguai, ajudando a criar laços ainda mais fortes entre os utilizadores ibéricos e latino-americanos.
Nota: Às horas da Agenda devem-se somar 4 horas, de diferença horária.
Sobre o OpenOffice.org
O OpenOffice.org Comunidade é uma equipa internacional de voluntários e empresas, incluindo a fundadora Sun Microsystems, a Novell, a Red Hat, a IBM, e a Red Flag, que desenvolvem, traduzem, apoiam e promovem a suite de produtividade de código aberto OpenOffice.org ®.
O OpenOffice.org usa o OpenDocument Format, uma norma internacional (ISO/IEC 26300 ), bem como os formatos de arquivos clássicos, como os do Microsoft Office,. Está disponível nas principais plataformas de computação em mais de 80 idiomas.
O software OpenOffice.org é fornecido sob a licença “Lesser GNU Public Licence” (LGPL), e pode ser utilizado gratuitamente, para qualquer propósito, privado ou comercial.
O OpenOffice.org em Portugal
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org conta com a colaboração de vários voluntários, e das empresas Caixa Mágica Software, Intraneia e Sun Microsystems.
Mantem um sítio em língua portuguesa: http://pt.openoffice.org
A Semana do OpenOffice.org tem o apoio da ANSOL, da Caixa Mágica Software, da Intraneia, do SAPO e da Sun Microsystems
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org anuncia a Semana do OpenOffice.org
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org anuncia a Semana do OpenOffice.org
Quem disse que a semana começa à segunda-feira?
A comunidade portuguesa do OpenOffice.org anuncia a Semana do OpenOffice. Esta suite de office de código aberto, que conta com cerca de 100 milhões de utilizadores a nível mundial, e que vai ser incorporada na edição escolar do Magalhães, está prestes a anunciar a sua versão 3.0 Para comemorar a ocasião vão ser realizados vários eventos e anúncios, incluindo:
- O primeiro Encontro Intercontinental da comunidade OpenOffice.org, que ligará por vídeo-conferência as comunidades de Portugal, Galiza, Brasil (em 27 locais), Paraguai e Uruguai, e cobrirá em directo o III Encontro da comunidade brasileira. O ponto de encontro em Portugal será o Auditório 2 do Forum Picoas em Lisboa, às 14:00 do 3 de Outubro.
- A Ante-estreia da versão 3.0 do OpenOffice.org, onde se apresentarão as novas funcionalidades, e que contará com a presença de Louis Suarez-Potts, Coordenador global da Comunidade OpenOffice.org. Terá lugar no dia 8 de Outubro às 16:30
- O lançamento de um concurso que combinará Arte e Informática.
Esteja atento às notícias !
Sobre o OpenOffice.org
O OpenOffice.org Comunidade é uma equipa internacional de voluntários e empresas, incluindo a fundadora Sun Microsystems, a Novell, a Red Hat, a IBM, e a Red Flag, que desenvolvem, traduzem, apoiam e promovem a suite de produtividade de código aberto OpenOffice.org ®.
O OpenOffice.org usa o OpenDocument Format, uma norma internacional (ISO/IEC 26300 ), bem como os formatos de arquivos clássicos, como os do Microsoft Office,. Está disponível nas principais plataformas de computação em mais de 80 idiomas.
O software OpenOffice.org é fornecido sob a licença “Lesser GNU Public Licence” (LGPL), e pode ser utilizado gratuitamente, para qualquer propósito, privado ou comercial.
O OpenOffice.org em Portugal
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org conta com a colaboração de vários voluntários, e das empresas Caixa Mágica Software, Intraneia e Sun Microsystems. Mantem um sítio em língua portuguesa: http://pt.openoffice.org
21 agosto 2008
20 Setembro - Dia do Software Livre na Escola II

Vai-se realizar no próximo dia 20 de Setembro a Segunda edição do Dia do Software Livre na Escola, organizado pela Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) / Equipa de Recursos eTecnologias Educativas/Plano Tecnológico da Educação, e pelo Centro de Competência Arrábida.
Esta edição terá lugar na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal.
O Programa inclui temas como a utilização das plataformas Alinex, Joomla! e Moodle nas escolas (todos com coumidades portuguesas!) , a utilização de RePe para a criação de e-portfolios, edição Audio e Fotografia Digital com a Audiência Zero, Creative Commons, comunidades no Second Life, e uma multiplicidade de sessões paralelas.
A não perder
15 agosto 2008
"Splash Screen" do OpenOffice.org 3

Até segunda-feira é possível votar-se no novo "splash screen" do OpenOffice.org 3
Vê e Escolhe !
Já agora, agradeço sugestões para uma designação portuguesa para "splash screen".
04 agosto 2008
Software Aberto português entre os melhores do mundo

É com orgulho divulgo o comunicado da iPortalMais, uma das associadas da ESOP, em que esta informa estar entre os finalistas dos "Product Excellence Awards" da conferência Linux World, na categoria de “Melhor Produto Integrado”. com o seu produto IPBrick.GT, uma gateway VOIP e PBX
A forma de Portugal evoluir tecnologicamente não sermos os melhores a implementar produtos de outros, é contribuirmos com inovação portuguesa - novos produtos ou contribuições para projectos internacionais.
Venha a benção do Plano Tecnológico, e as vendas para as empresas e os organismos públicos portugueses.. :-)
----------
Framingham, Mass. – 29 de Julho, 2008 – A IDG World Expo, organizadora do LinuxWorld Conference & Expo® em São Francisco, o principal evento mundial dedicado ao Linux, acaba de anunciar os finalistas para os prémios LinuxWorld Product Excellence Awards, entre os quais se encontra a solução da iPortalMais, IPBrick.GT, nomeada para a categoria de “Melhor Produto Integrado”. Composto por um grupo de reputados membros da indústria, o júri dos LinuxWorld Product Excellence Awards avalia o grau de inovação e superioridade dos produtos e soluções presentes no LinuxWorld, nomeando os três melhores de cada uma das 12 categorias. Os vencedores dos prémios serão conhecidos no próximo dia 5 de Agosto. Raúl Olveira, director-geral da iPortalMais, afirma, a propósito desta nomeação, que “há oito anos atrás, quando fundei a iPortalMais para ser uma empresa especialista em Linux, não podia imaginar que um dia a nossa empresa iria ter um sistema operativo Linux de valor acrescentado, e que esse Linux iria ser nomeado para um prémio de excelência no maior evento Linux do mundo, lado a lado com os grandes nomes da indústria mundial. Acho que demos entrada na galeria dos grandes, ao ver a IPBrick na lista de nomeados para Melhor Produto Integrado”. E vaticina: “a partir de hoje, a IPBrick deixará de ser um mais um produto Linux, para ser um dos melhores produtos do Mundo Linux. E não há dúvida que a nossa equipa hoje está imensamente orgulhosa de ter conseguido colocar uma empresa Portuguesa na galeria dos melhores."
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem unicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial
A forma de Portugal evoluir tecnologicamente não sermos os melhores a implementar produtos de outros, é contribuirmos com inovação portuguesa - novos produtos ou contribuições para projectos internacionais.
Venha a benção do Plano Tecnológico, e as vendas para as empresas e os organismos públicos portugueses.. :-)
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Framingham, Mass. – 29 de Julho, 2008 – A IDG World Expo, organizadora do LinuxWorld Conference & Expo® em São Francisco, o principal evento mundial dedicado ao Linux, acaba de anunciar os finalistas para os prémios LinuxWorld Product Excellence Awards, entre os quais se encontra a solução da iPortalMais, IPBrick.GT, nomeada para a categoria de “Melhor Produto Integrado”. Composto por um grupo de reputados membros da indústria, o júri dos LinuxWorld Product Excellence Awards avalia o grau de inovação e superioridade dos produtos e soluções presentes no LinuxWorld, nomeando os três melhores de cada uma das 12 categorias. Os vencedores dos prémios serão conhecidos no próximo dia 5 de Agosto. Raúl Olveira, director-geral da iPortalMais, afirma, a propósito desta nomeação, que “há oito anos atrás, quando fundei a iPortalMais para ser uma empresa especialista em Linux, não podia imaginar que um dia a nossa empresa iria ter um sistema operativo Linux de valor acrescentado, e que esse Linux iria ser nomeado para um prémio de excelência no maior evento Linux do mundo, lado a lado com os grandes nomes da indústria mundial. Acho que demos entrada na galeria dos grandes, ao ver a IPBrick na lista de nomeados para Melhor Produto Integrado”. E vaticina: “a partir de hoje, a IPBrick deixará de ser um mais um produto Linux, para ser um dos melhores produtos do Mundo Linux. E não há dúvida que a nossa equipa hoje está imensamente orgulhosa de ter conseguido colocar uma empresa Portuguesa na galeria dos melhores."
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03 agosto 2008
Melhor projecto - SourceForge

O Project Openoffice.org foi considerado como:
O melhor projecto:
Best Project » OpenOffice.org
O melhor projecto para as Empresas
Best Project for the Enterprise » OpenOffice.org
O melhor projecto para a Educação
Best Project for Educators » OpenOffice.org
Estas são as escolhas do SourceForge 2008 Community Choice Awards.
Tudo isto nos dá força para conseguir uma cada vez maior adesão ao OpenOffice.org !
Colabora com o projecto português do OpenOffice.org
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem unicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial.
Software Português para o Computador Português
O recém-anunciado portátil "Magalhães", a versão portuguesa do Intel Classmate, terá provavelmente ganho a corrida face ao "One Laptop per Child" devido á possibilidade de poder ser produzido em Portugal, enquanto que o OLPC só é produzido na China, para reduzir ao mínimo os seus custos. Estou certo que esse factor terá tido muito peso junto do Governo.
Fará então sentido, pela mesma razão que o seu software seja também produzido em Portugal. A indútria portuguesa de software também precisa de ser estimulada.
A apresentação do Magalhães incluiu modelos com Windows XP e Linux Caixa Mágica. ( O Windows Vista não corre bem em 512 MB). Porque razão se haveria de preferir um sistema operativo obsoleto e sem componentes portuguesas (o XP) a um sistema operativo mais moderno e produzido por uma empresa portuguesa (a Caixa Mágica) ?
Apelo a todos para multiplicarem este apelo:
"Software português para o computador português"
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem unicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial.
Fará então sentido, pela mesma razão que o seu software seja também produzido em Portugal. A indútria portuguesa de software também precisa de ser estimulada.
A apresentação do Magalhães incluiu modelos com Windows XP e Linux Caixa Mágica. ( O Windows Vista não corre bem em 512 MB). Porque razão se haveria de preferir um sistema operativo obsoleto e sem componentes portuguesas (o XP) a um sistema operativo mais moderno e produzido por uma empresa portuguesa (a Caixa Mágica) ?
Apelo a todos para multiplicarem este apelo:
"Software português para o computador português"
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem unicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial.
26 junho 2008
O futuro da Mobicomp
Foi hoje anunciado que está prestes a ser completada a aquisição da Mobicomp pela Microsoft. Para quem não a conhece, a Mobicomp é uma empresa extrememente dinâmica de Braga, que produz software para telemóveis, e que graças a bons produtos e muito esforço comercial se internacionalizou com sucesso. Mesmo sem esta aquisição a Mobicomp era uma empresa que honrava Portugal e que deu uma contribuição muito positiva para desmitificar a ideia de que em Portugal não há tecnologia de ponta. Os seus produtos estão implementados em várias plataformas (Symbian/Java/Nokia/Ericsson, Windows Mobile..), e tem como clientes a TMN, a Vodafone, a Optimus, e outros operadores no Médio Oriente.
A anunciada aquisição é mais um comprovativo de sucesso. Despertar a atenção da maior empresa de software é obra, e é mais um motivo para felicitar o Carlos Oliveira e a sua equipa.
E se até aqui temos tido uma história de sucesso, qual será o futuro da Mobicomp?
É certo que sendo adquirida por um empresa global o seu mercado vai alastrar geograficamente por todo o mundo. O que é positivo. Mas será que continuará com a independência de plataformas que a tem caracterizado? Ou será que a próxima versão dos seus produtos só funcionará em Windows Mobile ? Essa tem sido a normal aproximação da Microsoft. As suas aplicações funcionam apenas nos seus sistema operativos. Se assim acontecer, ficarão no futuro vedados à Mobicomp a esmagadora maioria dos telemóveis : os Nokia e Ericsson com Symbian e Java, os futuros com software da Google também com a plataforma Java, os iPhone . E isso seria uma pena, porque limitaria o crescimento potencial da Mobicomp, e retiraria muito da potencial vantagem para Portugal desta aquisição, o seu valor exportador, e a disseminação de tecnologia com origem em Portugal.
Vamos ver o que acontece.
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A anunciada aquisição é mais um comprovativo de sucesso. Despertar a atenção da maior empresa de software é obra, e é mais um motivo para felicitar o Carlos Oliveira e a sua equipa.
E se até aqui temos tido uma história de sucesso, qual será o futuro da Mobicomp?
É certo que sendo adquirida por um empresa global o seu mercado vai alastrar geograficamente por todo o mundo. O que é positivo. Mas será que continuará com a independência de plataformas que a tem caracterizado? Ou será que a próxima versão dos seus produtos só funcionará em Windows Mobile ? Essa tem sido a normal aproximação da Microsoft. As suas aplicações funcionam apenas nos seus sistema operativos. Se assim acontecer, ficarão no futuro vedados à Mobicomp a esmagadora maioria dos telemóveis : os Nokia e Ericsson com Symbian e Java, os futuros com software da Google também com a plataforma Java, os iPhone . E isso seria uma pena, porque limitaria o crescimento potencial da Mobicomp, e retiraria muito da potencial vantagem para Portugal desta aquisição, o seu valor exportador, e a disseminação de tecnologia com origem em Portugal.
Vamos ver o que acontece.
Nota de rodapé: todas as entradas deste blog refletem únicamente as minhas opiniões pessoais, expressas fora do meu contexto profissional. As opiniões do meu empregador são reflectidas no seu site empresarial.
23 junho 2008
Java enriquece estado português
Já se sabia que as aplicações das Finanças portuguesas são baseados em Java. Agora vem a saber-se que também as multas estão a ser geridas por uma aplicação Java. Conforme notícia do IDABC e alerta do Rui Seabra, o Sistema de Contra-Ordenações de Trânsito está implementado em Java, com JBOSS.
Curiosamente, apesar de o lançamento da SCOT ter sido noticiado em 2007 nada foi na altura referido sobre a sua base tecnológica. A única referência técnica que encontrei é do Diário de Notícias, e refere as falhas de impressão com origem nos tablets "com software _________".
A minha primeira reacção foi "Será que voltámos ao tempo antes do 25 de Abril em que temos de ler notícias em orgãos de informação não portugueses para estarmos bem informados?" O Rui Seabra pergunta-se se o software não teve direito a mais publicidade por não ser da marca _________. Creio que esse é um factor real, mas mais porque nesse caso alguém do respectivo marketing não descansaria enquanto a notícia não fosse publicada com um destaque para o nome do fornecedor.
Como já referi noutros posts, creio que nos falta criar uma "central de marketing" do software livre, que alimente os nossos jornalistas com "press releases" e "success stories". Felizmente que podemos contar em parte com o IDABC, mas não chega.
Mas para além dessa interrogação fica a nota que dá origem ao título do blog. Quando o estado quer receber dinheiro usa aplicações abertas, usa Java.
(Quando quer desperdiçar dinheiro, usa ________ :-) )
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Curiosamente, apesar de o lançamento da SCOT ter sido noticiado em 2007 nada foi na altura referido sobre a sua base tecnológica. A única referência técnica que encontrei é do Diário de Notícias, e refere as falhas de impressão com origem nos tablets "com software _________".
A minha primeira reacção foi "Será que voltámos ao tempo antes do 25 de Abril em que temos de ler notícias em orgãos de informação não portugueses para estarmos bem informados?" O Rui Seabra pergunta-se se o software não teve direito a mais publicidade por não ser da marca _________. Creio que esse é um factor real, mas mais porque nesse caso alguém do respectivo marketing não descansaria enquanto a notícia não fosse publicada com um destaque para o nome do fornecedor.
Como já referi noutros posts, creio que nos falta criar uma "central de marketing" do software livre, que alimente os nossos jornalistas com "press releases" e "success stories". Felizmente que podemos contar em parte com o IDABC, mas não chega.
Mas para além dessa interrogação fica a nota que dá origem ao título do blog. Quando o estado quer receber dinheiro usa aplicações abertas, usa Java.
(Quando quer desperdiçar dinheiro, usa ________ :-) )
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15 junho 2008
CDs de Software Livre na Escola - 2008


Já não é novidade, tendo sido noticiado pelo Rui Seabra e pelo Tek Sapo, mas deixo aqui em primeira mão as imagens da edição 2008 dos CDs de Software Livre na Escola, editados pela Equipa CRIE do Ministério da Educação com a colaboração da Sun Microsystems. São dois CDs, um dos quais totalmente dedicado à Matemática.
Está na hora de se fazerem contas. As alternativas proprietárias deste software custariam bem mais de um milhar de Euros.
Felizmente que a ECRIE é sensível às necessidades e não às pubilcidades, e resolveu distribuir pelas escolas as ferramentas úteis que a comunidade open-source disponibiliza gratuitamente ao sistema educativo, quer neste versão para Windows, quer via Alinex. E tem no seu site um apoio continuado ao software livre nas escolas.
Ao mesmo tempo a Associação Software Livre mostra que existe uma adopção crescente nas escolas
Não é necessário dispender milhões de Euros em software para as escolas. O que é necessário é formação, e divulgação dese tipo de iniciativas.

21 maio 2008
Finalmente Microsoft vai suportar ODF
Finalmente a Microsoft cedeu à pressão dos utilizadores e governos como os da Bélgica, Holanda e África do Sul (entre outros) que anunciaram para 2009 a obrigatoriedade do suporte de ODF. No que é uma importante vitória das normas abertas, a Microsoft acaba de anunciar que irá suportar o formato ODF ( e o PDF) com o Service Pack 2 do seu Office 2007, previsto para o início de 2009. Anunciou também que irá juntar-se ao ODF Technical Comittee no seio da organização de normas OASIS!
Vou jantar muito mais satisfeito !
Vou jantar muito mais satisfeito !
08 maio 2008
Lançado OpenOffice.org 3 beta

Foi hoje lançada a versão beta do OpenOffice 3
Trata-se de uma versão disponibilizada para que os utilizadores mais arrojados possam ajudar a equipa de engenharia a identificar os bugs que ainda existam.
O que há de novo no OpenOffice.org 3 ?
As mudanças mais visíveis no OpenOffice.org 3.0 são o novo "Start Centre", novos ícones e um controlo de zoom por deslizamento na barra de estados.
Outras mudanças:
- melhoramentos no Calc, incluindo um novo Solver
- suporte para colaboração atraves de folhas de cálculo partilhadas
- numero de colunas no Calc suportadas aumenta para 1024
- novo método de notas no Writer
- vista de múltiplas paginas no Writer
- crop (corte) de desenhos no Draw e Impress
- suporte do que podera ser a versão 1.2 do Open Document Format
- abertura de ficheiros de MS Office 2007 e MS Office 2008 (.docx,
.xlsx, .pptx, etc.)
- suporte parcial de VBA (macros em Visual Basic)
A estrutura de ficheiros foi alterada, e o OpenOffice.org 3 pode coexistir no mesmo sistema com o OpenOffice.org 2
Lista detalhada das novas caracteristicas
Downloads
Quaisquer bugs encontrados podem e devem ser reportados em: http://qa.openoffice.org.
07 maio 2008
Notas sobre o Linux 2008
O Linux 2008 foi o sucesso esperado. Melhor do que escrever sobre o evento, aqui ficam os apontadores que consegui recolher, sobre o evento, e o protocolo entre a AMA e a ESOP para a promoçao de software livre na Administraçao Publica que foi assinado durante o evento.
Rui Gouveia - Linux 2008
Bitites - Linux 2008 - Entre o rabo de cavalo e o fato completo
Semana Informatica - Linux 2008 bate recordes de assistencia
Computerworld - Interoperacionalidade divide indústria
Expresso - Tecnologia: Agência para a Modernização Administrativa vai promover software livre
SOL - Linux para todos
i-Gov - Mais Open Source na Administração Pública
Tek Sapo - Linux vai dominar proximo biliao de PCs a chegar ao mercado
Rui Gouveia - Linux 2008
Bitites - Linux 2008 - Entre o rabo de cavalo e o fato completo
Semana Informatica - Linux 2008 bate recordes de assistencia
Computerworld - Interoperacionalidade divide indústria
Expresso - Tecnologia: Agência para a Modernização Administrativa vai promover software livre
SOL - Linux para todos
i-Gov - Mais Open Source na Administração Pública
Tek Sapo - Linux vai dominar proximo biliao de PCs a chegar ao mercado
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